Translate

terça-feira, 23 de julho de 2013

HIDROGRAFIA


 

HIDROGRAFIA


                   A rede hidrográfica do município foi dividida em seis bacias, sendo:

                   BACIA DO RIO AMAZONAS
                   Abrange mais de 1/6 de toda a extensão territorial do município. O rio Amazonas tem grande importância para o município, não apenas pela sua alta navegabilidade e riqueza na variedade e quantidade de pescados, mas também pelas suas terras de várzeas, com elevada fertilidade natural, em virtude da deposição cíclica de sedimentos, ricos em nutrientes.
                   Na bacia do Amazonas destacam-se, também, inúmeras comunidades com seus artesanatos em palha, madeira, cerâmica, etc.

                   BACIA DO RIO ARAPIUNS
                   Localizada na porção oeste do município, entre as bacias do Tapajós e do Amazonas, a Bacia Hidrográfica, do Arapiuns ocupa uma superfície aproximada de 7.064 Km2, correspondendo a cerca de 28% de todo o espaço municipal. Último grande afluente do rio Tapajós, o rio Arapiuns é um rio de águas límpidas, muito pobre em fitoplâncton e, em conseqüência, em vida aquática.
                   Ao longo da bacia do Arapiuns, existem inúmeras comunidades que se destacam na fabricação de artesanatos, utilizando como matérias-primas palhas e cipós diversos, além de cerâmica, madeira, tais como Cuipiranga, Urucureá, Vila Gorete, são Pedro e São Miguel.
                  
                   BACIA DO RIO TAPAJÓS
                   É a segunda em extensão territorial, dentro das terras do município. O rio Tapajós é o principal curso d'água, cortando a porção central da região, de sul para norte, numa extensão de 132km, até desaguar no Amazonas, em frente à cidade de Santarém.
                   Em grande parte da bacia do Tapajós, predomina uma vegetação exuberante, com presença de árvores de grande porte, às vezes com alturas de 25m a 35m, caracterizando uma Floresta Densa de terra firme, na qual está inserida a Floresta Nacional do Tapajós, na margem direita do Tapajós.
                   Na bacia do Tapajós, além da beleza cênica (praias, lagos), propícias ao turismo de lazer e ao turismo contemplativo (áreas com botos, pássaros), merecem destaque as comunidades que se dedicam ao artesanato (palha/cipós/fibras, madeira, cerâmica), tais como as comunidades de Alter-do-Chão, Vila Franca, Anumã e Solimões.
                  

                         BACIAS DOS RIOS MOJU, MOJUÍ E CURUÁ-UNA

                   As bacias dos rios Moju, Mojuí são tributárias da bacia do rio Curuá-una e formam juntas toda a malha hídrica existente na chamada "Região do Planalto", composta por inúmeros igarapés e rios de pequeno porte, todos convergentes para o rio central, o Curuá-Una. Juntas, perfazem um total aproximado de 9.986km2, ou cerca de 37,65% de todo o município, ocupando a porção leste da região.
                   A bacia do Curuá-Una, no extremo oriental, tem uma superfície aproximada de 4.055km2, representando cerca de 15% de todo o espaço municipal. O rio Curuá-Una, afluente da margem direita do Amazonas, é o principal curso d'água.  
                   A bacia hidrográfica do Moju situa-se na porção centro-sul do município, entre as bacias do Curuá-Una e do Mojuí. Ocupa uma superfície aproximada de 3.325km2, ou cerca de 12,50% de todo o espaço municipal. O rio Moju, afluente da margem esquerda do Curuá-Una, é o principal curso d'água.
                   A bacia do Mojuí está situada na porção central da região circundada pelas bacias do Tapajós, Amazonas, Curuá-Una e Moju. Ocupa uma superfície com cerca de 2.605km2, ou 9,80% do espaço municipal. O rio Mojuí, afluente do Moju, é o principal curso d'água.


Nenhum comentário:

Postar um comentário